Arquivado em: Uncategorized
![]()
A emissora venezuelana “TVes”, criada pelo governo venezuelano como uma “televi
![]()
![]()
![]()
são de serviço público”, entrou no ar na madrugada do dia 28 de maio, poucos minutos depois que o sinal aberto da “Radio Caracas Televisión” (RCTV) foi encerrado. A “TVes” estreou sua programação com uma versão do hino nacional interpretada pela orquestra e coros juvenis e infantis comandada pelo famoso maestro Gustavo Dudamel.
Em seguida foram exibidos pequenos vídeos promocionais explicando como será sua programação. Por fim, começou a ser transmitida uma festa de gala especial que aconteceu no teatro Teresa Carreño, em Caracas. A abertura do evento foi feito por Lil Rodríguez, presidente da “TVes”, que pronunciou algumas palavras nas quais destacou que acima do valor do petróleo, a Venezuela conta com o valor de sua gente.
Todos os presentes agiam como se nada tivesse acontecido no dia anterior, quando houve um confronto entre manifestantes e a polícia venezuelanauela, que acabou em violência diante da sede da Comissão Nacional de Telecomunicações, Conatel, em Caracas.
Os distúrbios, com lançamento de garrafas e outros objetos por parte dos manifestantes, começaram pouco depois das 18h (19h de Brasília). Onze policiais ficaram feridos, quatro gravemente, ao serem atingidos por pedras durante a manifestação.
Um grupo de pessoas, que participava da concentração contra a decisão do governo de não renovar a concessão da “RCTV”, tentou forçar o cordão de segurança diante da sede da Conatel, no bairro de Mercedes, provocando a resposta das forças de segurança.
As forças de segurança usaram jatos de água para dispersar os manifestantes e lançaram bombas de gás lacrimogêneo. Outras pessoas que participavam da concentração pediam calma e que a manifestação continuasse de forma pacífica, como as marchas que foram organizadas até agora para protestar contra a saída do ar da “RCTV”.
Aliados do presidente Hugo Chávez convocaram uma manifestação nas avenidas centrais de Caracas para demonstrar apoio ao fim da concessão do sinal aberto da emissora, que o governo chama de “golpista” e de favorecer a elite econômica. Já os opositores da decisão do governo, que a consideram uma retaliação política, fizeram um ato na véspera com buzinas e panelas, denunciando o que chamam de atropelo da liberdade de expressão.
Sem comentários ainda até o momento
Deixe um comentário
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>